quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Autorizado desmatamento para duplicação da BR-408

Fonte:http://jc3.uol.com.br/

A duplicação da BR-408, mesmo com seu licenciamento ambiental sob investigação pelo Ministério Público de Pernambuco, teve mais uma etapa vencida esta semana. Lei estadual que autoriza o corte de 1,99 hectare de mata atlântica para a execução da obra foi publicada na quarta-feira, dia 16, no Diário Oficial do Estado.
A lei, de número 13.960, é assinada pelo governador Eduardo Campos e localiza o desmatamento nos entroncamentos da BR-408 com a BR-232 e com a PE-005 (Bicopeba). A BR-408 tem 41,8 quilômetros e atravessa os municípios de Jaboatão dos Guararapes, São Lourenço da Mata, Paudalho e Carpina.
Desde 1995, com a Lei da Política Florestal de Pernambuco (nº 11.206/95), o governo do Estado, respaldado pela Assembleia Legislativa, já autorizou a supressão de quase 2 mil hectares de vegetação nativa. Abaixo, relatório de impacto ambiental da duplicação da BR-408 (0clique em FULL, na barra de ferramentas,  para visualizar o documento e ESC para retornar ao blog).

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

ALGUNS IMPACTOS AMBIENTAIS NEGATIVOS DECORRENTES DA ATIVIDADE TURÍSTICA
Autor: Alessandra Teixeira

O turismo mal planejado, desordenado e predatório pode comprometer as localidades onde é praticado, de diversas formas, causando, entre outros impactos negativos:

poluição atmosférica, aquática, sonora, visual destruição de espécies animais e vegetais nativas comprometimento no abastecimento de água, energia elétrica e outros recursos, esgotamento da capacidade de carga dos atrativos naturais

As empresas que têm operado de forma amadorística no setor de viagens, transporte, hospitalidade e entretenimento, têm contribuído significativamente para a degradação ambiental em diversos núcleos turísticos receptores. Exemplo disto são as várias situações em que pólos turísticos chegam até mesmo a serem interditados em períodos de alta temporada, devido à uma demanda excessiva de turistas que a infra-estrutura da região é incapaz de absorver e suportar. Isto é muito comum nas áreas costeiras, principalmente nos meses de férias escolares e feriados prolongados como o carnaval.
Em uma avaliação feita por Lima no arquipélago de Fernando de Noronha, acerca dos conflitos entre a demanda turística e os objetivos de conservação da natureza, a autora destaca os seguintes impactos sócio-ambientais negativos:

- ultrapassagem da capacidade de suporte da ilha devido à limitações naturais e de infra-estrutura
- aculturação
- aumento do consumo de drogas e da prostituição
- aumento da quantidade de lixo e esgoto
- aumento da demanda por água, acarretando colapsos em períodos de alta estação
- erosão do solo
- assoreamento do manguezal e descaracterização da paisagem

O TURISMO ECOLÓGICO E A SUSTENTABILIDADE

Um estudo realizado por Figueiredo no município de Soure (AM) levantou diversas consequências sócio-culturais e ambientais negativas, decorrentes da exploração turística, dentre as quais destacamos :

- criação de um turismo exótico ( submodalidade do turismo ecológico), que consiste em explorar aspectos da miséria regional para turistas estrangeiros admirarem
- o carimbó, dança típica da região, que antes era um lazer espontâneo do caboclo, hoje é um espetáculo vendido para os turistas ( mercantilização cultural )
- o artesanato local, inspirado em utensílios indígenas, já não é mais tão difundido na região
- ausência de participação popular nas decisões

De acordo com o código de ética difundido pela OMT (Organização Mundial do Turismo), os empreendedores do setor de turismo, bem como os funcionários da atividade e os turistas, devem observar as condições naturais do ambiente, bem como as tradições culturais e sociais e as práticas de todas as populações nativas, incluindo as minorias e os grupos indígenas, assim como o reconhecimento do valor destes. Neste contexto, a atividade turística deve ser conduzida em harmonia com a natureza e com os atributos e tradições dos núcleos turísticos receptores e em respeito com suas leis, práticas e costumes.

O TURISMO, O MODELO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A AGENDA 21

Segundo Swarbrooke 1, um dois primeiros artigos a adotar o termo desenvolvimento sustentável, foi o World Conservation Strategy , publicado pela International Union for the Conservation of Nature and Natural Resources, em 1980. Ainda na mesma década, em 1987, fui publicado, pela World Comission on Environment and Development, o relatório " Nosso Futuro Comum ", também chamado de Relatório Brundtland e onde está expressa a idéia de que o desenvolvimento econômico tinha de ocorrer de um modo mais socialmente justo e ambientalmente responsável.

Posteriormente, o modelo de Desenvolvimento Sustentável foi amplamente debatido durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, sediada no Rio de Janeiro em 1992 ( ECO-92 ). Depois desse evento, algumas mudanças ocorreram no sentido de orientar as empresas que lidam direta ou indiretamente com o meio ambiente, quanto à adoção de práticas eco-sustentáveis. Um exemplo disto foi a publicação, logo após a conferência da ECO-92, da Agenda 21, que constitui o principal referencial para Governos e Iniciativa Privada no que tange ao desenvolvimento econômico em bases sustentáveis. A Agenda 21 é dividida em quatro seções, sendo que cada seção contém vários capítulos, que fornecem diretrizes para a tomada de ações em relação à diversas questões tais como : proteção da atmosfera, combate ao desflorestamento, manejo de ecossistemas frágeis, conservação da diversidade biológica, entre outros. Além disso, a agenda também abarca alguns princípios pelos quais as Nações devem se orientar como o : princípio poluidor- pagador ( PPP ), o princípio da precaução e o princípio das responsabilidades comuns, porém, distintas, entre países em vias de desenvolvimento e países desenvolvidos.

Em relação ao turismo, a Agenda 21 traz no capítulo 9, seção II, duas considerações que se relacionam diretamente com a atividade. A primeira diz respeito à energia, fator-chave para o desenvolvimento de qualquer setor. Segundo a agenda, " as formais atuais de produção, transmissão, distribuição e consumo de energia não podem atender às necessidades crescentes de modo sustentável, sendo que o uso da mesma deve respeitar a atmosfera, a saúde humana e o meio ambiente como um todo. Neste contexto, maior ênfase deve ser dada à utilização de fontes novas e renováveis de energia. "

A indústria da hospitalidade é uma grande consumidora de energia e por isso, devem ser incluídas, no planejamento turístico para determinada localidade, soluções alternativas que visem à racionalizar o consumo de energia. A Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, vem desenvolvendo diversas pesquisas e programas voltados para a redução no consumo de energia por parte dos hotéis/motéis, restaurantes e outros equipamentos que compõem a infra-estrutura das atividades de lazer e turismo no local. No último trabalho desenvolvido pela universidade, conseguiu-se uma redução de 23 % no consumo de energia por parte dos hotéis e motéis que participaram do programa. Muitos estabelecimentos estão substituindo o ar condicionado por ventiladores de teto e implantando, entre outras coisas, sistema de aquecimento solar. Segundo os dados divulgados pelo Florida Energy Extension Service, que há quatorze anos vem desenvolvendo trabalhos nessa área, uma melhoria de apenas 1% no aproveitamento de energia, pode economizar cinco mil dólares para o estabelecimento. Além dos hotéis, estão sendo implantados outros programas semelhantes em restaurantes, que abrangem ainda a saúde dos trabalhadores e o treinamento destes para serem mais conscientes em termos de consumo de energia e preservação do meio ambiente.
Sabemos, que o deslocamento turístico implica na utilização de sistemas de transporte e o transporte de superfície, em especial, é um grande poluidor da natureza, posto que emite o dióxido de carbono para o ar, um dos gases componentes do CFC´s (clorofluorcabonetos - responsáveis pela destruição da camada de ozônio que protege a terra contra os raios solares nocivos). Com a destruição desta camada de ozônio surge o chamado Efeito Estufa, que está entre os problemas ambientais mais graves, representando uma ameaça à manutenção do equilíbrio ecológico necessário à sobrevivência das diversas formas de vida existentes no planeta. O Efeito Estufa é responsável pelo aquecimento global e, de acordo com a previsão dos cientistas, caso a utilização do CFC´s não seja banida, ou pelo menos, reduzida, daqui a algumas décadas, a temperatura na terra terá se elevado cerca de 3 º C a 4º C. Este índice parece irrelevante na ótica numérica, mas na ótica ambiental seria o suficiente para condenar cidades como : Nova York, Veneza e Rio de Janeiro ao desaparecimento devido ao aumento do nível do mar. Percebemos assim, que o turismo nestas regiões estaria totalmente comprometido, além da ameaça que isto representaria para as comunidades que vivem nestes locais. Além do problema do aumento do nível do mar, existem outros, de natureza igualmente grave, relacionados ao Efeito Estufa, que podem impactar negativamente a atividade turística. Segundo considerações feitas por estudiosos, em um Congreso Internacional de Geografia e Planejamento Turístico: "O aquecimento global também pode afetar negativamente o turismo de montanha, já que as precipitações sólidas diminuiriam ou seriam substituídas por chuvas. Com a desaparição dos campos de neve, os materiais rochosos ficariam expostos nas vertentes, dando origem à novas áreas de risco de escorregamentos."

Assim propomos que comecem a ser analisadas micro-estratégias que possam, em conjunto, contribuir para o alcance da sustentabilidade como um todo. Apesar disso , não acreditamos que o desenvolvimento sustentável possa ser atingido em todos os seus aspectos : econômico, sócio-cultural e ambiental, pois os interesses de cada um destes componentes não convergem para um ponto comum.
CONSIDERAÇÔES FINAIS

Proposições do tema
Antes de finalizarmos essa discussão, gostaríamos de prôpror outros debates que incluam as seguintes questões relacionadas à sustentabilidade da atividade turística :

- Qual é o real significado do turismo sustentável ? O que deve ser considerado sustentável :

para o meio ambiente
para a economia
para a população residente
para os empresários do setor
para os turistas
- Até que ponto a sustentabilidade no turismo está ao alcance dos que atuam no setor ?

- Qual o papel das autoridades públicas e iniciativa privada neste processo ? O que cada agente do turismo pode fazer como contribuição ao desenvolvimento sustentável da atividade e, como fazer ? Com que recursos ?

- Até que ponto o desenvolvimento sustentável no turismo, independe da sustentabilidade de outros setores ?

- Como conciliar econômico, social e ambiental ?

- Como motivar os empreendedores do setor de turismo a serem socialmente e ambientalmente responsáveis ? Que subsídios oferecer ?

- Como fazer com que os empresários ofereçam a seus funcionários um salário mais sustentável, que dê para o indivíduo prover o seu sustento, tendo em vista a alta carga tributária imposta às empresas ?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011, oficialmente, o Ano Internacional das Florestas,

Manaus - Depois de 2010 ter sido dedicado à biodiversidade, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2011, oficialmente, o Ano Internacional das Florestas, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a preservação para uma vida sustentável no planeta.

Elas cobrem 31% da área terrestre total do planeta, abrigam o lar de 300 milhões de pessoas em todo o mundo e têm responsabilidade direta quando o assunto é a garantia da sobrevivência de 1,6 bilhão de pessoas e de 80% da biodiversidade da Terra. É das florestas de quem estamos falando.
Sob o tema Florestas para o Povo, a iniciativa mundial inclui a promoção de ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de floresta do planeta, além de mostrar à população mundial que a exploração das matas sem um manejo sustentável pode causar uma série de prejuízos, como a perda da biodiversidade, o agravamento das mudanças climáticas, migrações desordenadas para áreas urbanas e o crescimento da caça e do desmatamento ilegal.
Só em 2004, o comércio mundial de produtos florestais movimentou US$ 327 bilhões (algo em torno de R$ 588,8 bilhões), segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). A exploração predatória e o desrespeito ao ciclo de vida natural das florestas têm como consequência a ameaça da sustentabilidade econômica, das relações sociais e da vida humana no planeta, pois elas são a fonte de água potável e alimentos.
Por outro lado, fornecem também matérias-primas para indústrias essenciais como a farmacêutica e da construção civil, além de desempenhar um papel vital na manutenção da estabilidade do clima e do meio ambiente globais.
O Brasil abriga 60% dos aproximadamente 5,5 milhões de quilômetros quadrados da área total da Floresta Amazônica, a maior do planeta. Dentro do Brasil, ela se estende por nove Estados: Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Acre, Amapá, Maranhão, Tocantins e parte do Mato Grosso, representando mais de 61% do território nacional.

fonte: http://www.d24am.com/amazonia/meio-ambiente/onu-declara-2011-o-ano-internacional-das-florestas/14072

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Ilhabela recebe primeira parada de navio da temporada 2010/2011



“Essa será a temporada mais longa da história, com paradas de outubro de 2010 a abril de 2011”
O navio MSC Armonia vai abrir a temporada de escalas de transatlânticos 2010/2011, a mais longa da história em Ilhabela. As paradas vão até abril do ano que vem. O transatlântico chega no arquipélago neste domingo (24/10), por volta de 8h.
A cidade se consolida cada vez mais como rota de navios transatlânticos. O atendimento dedicado aos turistas é todo especializado e envolve a Prefeitura de Ilhabela, com a organização da Secretaria de Turismo e Fomento, e a iniciativa privada, que constantemente promove cursos para atender os visitantes.
O receptivo este ano conta com 21 vans e 54 jipes, além de quatro agências que trabalham de forma independente. A temporada começa com 130 escalas já confirmadas, mas esse número pode subir. A primeira parada é do navio MSC Armonia, que deve passar outras 15 vezes pelo arquipélago.
Segundo a secretária de Turismo, Djane Vitoriano, já foram realizadas diversas reuniões de planejamento e os prestadores de serviços estão preparados para o início da temporada. “Os prestadores de serviço e o comércio estão aguardando ansiosos para o início desta temporada. Estão todos preparados e a cada ano se organizam mais”, ressalta a secretária.
O prefeito Toninho Colucci (PPS) aposta na temporada de cruzeiros para acabar com o turismo sazonal. “As paradas de navio contribuem para que o número de pessoas que conhecem Ilhabela aumente e os turistas acabam voltando com a família e amigos para conhecer melhor o lugar”, garante Colucci.
A cidade receberá os navios MSC Música, Grand Mistral, Grand Celebration, MSC Orchestra, MSC Lírica, AIDAcara, Costa Fortuna, Splendour of the Seas, CVC Empress, Costa Vitória, Vision of the Seas, Costa Serena, CVC Horizon, CVC Zenith, Horizon Grand Holiday. A expectativa é que com as paradas já confirmadas, a cidade receba cerca de 300 mil visitantes, que devem injetar mais de R$ 15 milhões na economia local.

Confira as paradas de outubro e novembro

24/10 – Domingo
8h – MSC Armonia
31/10 – Domingo
8h – MSC Armonia
8/11 – Segunda-feira
8h – MSC Armonia
14/11 – Domingo
8h – MSC Armonia
19/11 – Sexta-feira
8h – MSC Música
20/11 – Sábado
12h – Grand Mistral
22/11 – Segunda-feira
8h – MSC Armonia
24/11 – Quarta-feira
8h- Grand Mistral
10h- MSC Música
25/11 – Quinta-feira
10h – MSC Armonia
26/11 – Sexta-feira
8h – MSC Música
29/11 – Segunda-feira
8h – MSC Música
8h – Grand Celebration
30/11 – Terça-feira
10h – MSC Orchestra
FONTE – PREFEITURA MUNCIPAL DE ILHABELA
postado por www.jornaldoarquipelago.com.br

domingo, 17 de outubro de 2010

Aquecimento Global - Aumento da Temperatura do Ártico de até 9° C.

                  Especialistas preveem um aumento na temperatura do Ártico de até 9ºC durante o século XXI e o Pólo Norte pode ficar totalmente sem gelo no verão em apenas duas décadas. Um aquecimento de entre 3ºC e 5ºC já desencadearia mudanças bruscas nos ecossistemas da zona.
Estas são algumas das conclusões da equipe internacional que participou da primeira expedição no Ártico do chamado projeto Arctic Tipping Points (ATP, pontos de mudança no Ártico, em inglês), que constatou que uma massa de água quente proveniente do Atlântico invade grande parte do setor europeu do Oceano Glacial Ártico.

O aquecimento das águas árticas está provocando o derretimento rápido do gelo, assim como o deslocamento das espécies próprias da região para o norte.
Um dos objetivos principais da expedição, da qual participou o Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha (CSIC, na sigla em espanhol), foi determinar a partir de que nível de aquecimento podem ocorrer mudanças bruscas no Ártico, uma área geográfica situada ao redor do Pólo Norte da Terra.

Ao retornar da expedição, os pesquisadores do CSIC calcularam que um nível de aquecimento de entre 3ºC e 5ºC, em comparação com as temperaturas de 1990, já produzem bruscas mudanças no Ártico.
A zona onde mais sobe o termômetro.
O Ártico é a região do planeta onde a temperatura está aumentando mais rápido, com uma taxa de aquecimento três vezes maior que a do resto do planeta. A previsão é de um aumento de até 9ºC durante o século XXI.
Segundo o pesquisador Carlos Duarte, chefe da equipe do CSIC no projeto, “os prognósticos que falavam de uma rápida fusão do gelo foram ultrapassados pelas observações”.
Durante os anos de 2007 e 2008, houve uma perda brusca de gelo no Oceano Glacial Ártico, que resultou em uma diminuição de mais ou menos a metade da superfície congelada que restava normalmente no final do verão.
“A espetacular aceleração da perda de gelo no Ártico nos últimos anos sugere que a mudança climática entrou em uma nova fase nesta região, com possíveis consequências globais”, segundo o especialista. “Os modelos atuais sugerem que o Oceano Glacial Ártico poderia ficar totalmente sem gelo no verão em duas décadas, ou talvez antes”, acrescenta Duarte.
A expedição, realizada a bordo da embarcação norueguesa “Jan Mayen”, foi a atividade inaugural do projeto ATP, financiado pela União Europeia (UE) e com a colaboração da Fundação BBVA.
O projeto, do qual participaram pesquisadores noruegueses, dinamarqueses, russos, poloneses, portugueses, franceses, britânicos, suecos e espanhóis, também pretende determinar o alcance da pressão humana nestas consequências, através da proliferação de atividades econômicas no Ártico, como o turismo, a pesca, a exploração petrolífera e o transporte marítimo.

“As regiões polares do planeta não são mais a última fronteira, mas são as trincheiras da luta contra a mudança climática”, conclui Duarte.